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Aventuras de Natal - 1ª semanaO tópico está bloqueado

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Mod Lynx

Mod Lynx

Moderador da Jagex Perfil no Fórum Postagens



Conto de Natal





Olá, e boas-vindas à 1ª semana das
Aventuras de Natal de 2020
!

Como histórias de Natal nunca são suficientes (a Sessão da Tarde e a Netflix que o digam), hoje desafiamos você a criar um
conto de Natal
utilizando as seguintes palavras:
chaminé
,
presente
,
feitiço
,
aventura
e
reino
.

Por ser uma competição criativa, suas respostas não serão ocultadas.

Você tem até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 3 de janeiro para enviar o seu conto. Será aceita apenas uma entrada por jogador. As duas melhores histórias levam
três Notas
cada!


Os
Termos e Condições
de sempre se aplicam.

Boa sorte!


Mod Lynx | Equipe de Tradução

02-dez-2020 19:11:26 - Última edição 03-dez-2020 18:11:19 por Mod Lynx

Mohara

Mohara

Postagens: 2Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
Miscelânea

O povo em Miscelânea viv* muito isolado. Esse reino fica tão afastado de tudo e todos, que nem o papai Noel tem ideia de sua existência. Para ajudar, o cara que devia estar cuidando do lugar nunca está lá, anda por aí pagando de aventureiro. Eu cheguei em Miscelânea por engano, procurava uma tal ilha lunar. Tanto faz, agora que eu já estava lá, aproveitei pra conhecer o lugar. Eu conversei um pouco com os habitantes, achei bastante estranhos e, quando estava me despedindo, disse adeus e feliz natal. *Natal?” disse um deles. A conversa se estendeu um pouco mais, Eu contei sobre as árvores**** renas, sobre o papai Noel descendo as chaminés e é claro, presentes. Eles escutaram tudo e não falaram nada, acho que não acreditaram. Enfim, eu deixei aquela ilha estranha, tempo depois cheguei finalmente a ilha lunar. Depois de algumas semanas lá eu aprendi um feitiço de comunicação. Sem pensar duas vezes, peguei o Zap do papai Noel com a Oneiromancer e contei para ele sobre a ilhazinha no meio do nada. Sabe qual é o problema, ele visualiza e não responde.
É, eu sou o Mohara...

03-dez-2020 00:43:47

SirAutomaton
mai Membro 2020

SirAutomaton

Postagens: 6Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
Sem tempo para voar

Relatório de Missão 007.25.12

Após anos observando e relatando os acontecimentos na fazenda. Meu parceiro e eu fomos enviados para uma nova missão, visto que nossa
aventura
anterior foi um sucesso. A nova missão seria em um tal "Polo Norte", recebemos um novo disfarce, parecido com de um unicórnio, porém com 2 longos chifres em forma de galhos. O objetivo da missão era descobrir como tais criaturas, que a inteligência denominou "He-Naz", podiam voar, ainda sem penas, e atravessar todo o
reino
. Essa informação seria o
presente
perfeito para nosso glorioso líder!

Sem muita dificuldade nos infiltramos nesse "Polo Norte", graças aos recursos da poderosa KGP! Contatos por todo mundo são a chave para uma organização de sucesso. A parte difícil foi ter que lidar com aquele unicórnio de dois chifres, mas após tantos anos desviando de chifradas de carneiros, ele não tinha chance. Tomamos o lugar dele e logo vieram uns elfos preparar o "trenó", uma espécie de carruagem mágica carregada pelas he-naz. Os orelhudos nem suspeitaram do nosso magnífico disfarce.

Um tempo depois um velho de barriga grande apareceu, carregando um grande saco e vestindo vestes vermelhas, suspeito que ele é o nosso contato, um homem como esses deve se beneficiar dos luxos de ser um apoiador da KGP!

O problema começou ai. Como que por um
feitiço
, o homem deu um comando para as he-naz e elas voaram! Graças as nossas fortes nadadeiras, conseguimos nos segurar nas selas, que estavam presas entre as criaturas. Como se nos teletransportássemos, aparecemos em cima de um telhado de palha, que antes só havíamos visto do chão. Sabendo que nossa resistência tinha limite, soltamos o feixe que prendia a fantasia e mergulhamos em direção a
chaminé
. Ao aterrizar na lareira, Fred, o fazendeiro se assustou e desmaiou.

Fomos comprometidos,envie reforços!

Agente 00S
Criador do
Runic English
, um canal voltado para o ensino de Inglês para a comunidade PT-BR usando jogos como uma ferramenta de ensino!

03-dez-2020 03:00:52

P H U K E
nov Membro 2020

P H U K E

Postagens: 8Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
Um boato de natal

Vocês conhecem o rumor de que um Papai Noel só vive cinco anos?!
Os elfos moradores do
Reino
de Tirannwn têm uma lenda a respeito disso... Dizem que o Ceifador juntamente com a deusa Seren, a cada 5 anos fazem um ritual de evocação para substituir o velho Papai Noel. O último boato que corre é que neste ano aconteceu algo incomum! Ao invés de um Papai Noel, foram evocados dois papais noeis gêmeos, isso nunca ocorreu antes em toda Guilenor. O problema é que que os papais noeis gêmeos compartilham o mesmo
feitiço
natalino e por conta disso não tem o poder necessário para controlar todas as renas e entregar os
presentes
. Os cochichos que ouvi por aí é, que para salvar o Natal seria necessário reunir um dos brinquedos da Violeta e três carvões de uma
chaminé
de yeti em Nevópolis e leite e biscoitos fabricados em Lumbridge.
Mas para que isso vocês me perguntam? Ora, para fundir os papais noeis e tornar o
feitiço
natalino completo.
Tenho certeza que procurar esses itens seria uma
aventura
épica. Será que alguém estaria disposto a ajudar?
by: P h u k e
| Instagram: @P h u k e _ k u n
(sem espaços nas letras do instagram^_^)

03-dez-2020 18:10:51

lowiz3
ago Membro 2020

lowiz3

Postagens: 1Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
A muito tempo atrás em um
reino
muito distante, que os jovens de hoje em dia chamam de varrock, existia um jovem de espírito aventureiro chamado Juni, tal criança sempre sonhava em desbravar os mais inóspitos lugares do mundo, porém era pobre, além disso para piorar sua mãe estava muito doente e eles não tinham condições para o tratamento, então por más influencias ele começou a roubar as pessoas, ele invadia as
chaminés
e usurpava os pertences dos outros. Um dia em meio aos seus furtos ele invadiu a casa de um Sr. sábio com um curioso chapéu azul em formato de coroa, mas feito de papel, esse Sr. por ser versado em magia o reparou e aprisionou-o com um
feitiço
, o jovem então entrou em desespero e começou a chorar, o sábio perguntou o por quê desse ato, o jovem contou sua história ao Sr. ele entendeu o caso e então ajudou o garoto com o dinheiro, o fazendo jurar que jamais repetiria esse ato, o tempo então passou o garoto já avia se tornado um grande usuário de magia, e tendo o bom coração, saiu em uma aventura com o intuito de reparar seus erros passados, ele então começou a treinar construção, artesanato e corte de lenha, para fabricar brinquedos e os encantava, e durante o cair da noite ele enteava pela
chaminé
das casas e deixava um
presente
para as boas crianças de sua cidade. Ele jurou ao seu mestre e à sua falecida mãe que ajudaria e mudaria o mundo com o passar dos anos o jovem já era um idoso e suas façanhas se tornaram lendas, o povo o chamava de São Nicolau, mas ninguém sabia que aquele Sr. velhinho que outrora era um jovem assaltante, sempre foi a pessoa que os trazia felicidades.

03-dez-2020 18:31:20

FabioK
set Membro 2020

FabioK

Postagens: 46Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
A névoa pairava sob o ar em mais um dia gélido na província litorânea dos Fremennik. O mar agitado trazia em sua força restos de madeira que outrora compunham uma embarcação. Os lobos uivavam e eu.. bem, eu ficava escrevendo sobre meus dias chatos aprendendo a profissão da família, cortar lenha para o clã.

Meus pais eram pessoas simples, eles herdaram dos pais de meu pai o fardo, ou na visão deles, a honra, de serem lenhadores e marceneiros. É.. isso mesmo, passo o dia ajudando a carregar lenha e juntando gravetos para manter a vila aquecida.

Lembro-me que a maior aventura que já tive ocorreu quando um viajante chegou quase morrendo depois de atravessar as montanhas dos trolls, mas nem foi uma
aventura
minha!!

Os lobos que poderiam me proporcionar alguma aventura já nem se aproximam mais de nós, e quando se aproximam é para, no máximo, atacar uma ovelha e fugir. Ah, saudade dos contos heróicos de V, matando os grandes lobos, expulsando os seres que vinham do mar, protegendo-nos e tornando-se um herói.. Como eu gostaria de partir em uma aventura dessas!

Mas a realidade é cruel, esto* fadado a alimentar a lareira e cumprir minhas funções no clã, nem mesmo posso aprender magia como o clã lunar para botar fogo na lenha com um
feitiço
! Até a fumaça que passa pela
chaminé
tem a liberdade de sair daqui!

Um dia! Um dia irei sair daqui e me tornar o herói que quero ser, seguirei pelo mundo, salvando tanto o
reino
quanto a princesa, o necessitado e o humilde, então voltarei para minha família e passarei o resto dos meus dias
presente
aqui, contando minhas histórias.

03-dez-2020 18:32:09 - Última edição 03-dez-2020 18:32:55 por FabioK

iMoraes
ago Membro 2021

iMoraes

Postagens: 12Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
A GRANDE CEIA


Essa história se inicia na famigerada cidade de Lumbridge no
reino
de Mis*halin, que acabara de passar por um de seus piores momentos na história: A Grande Fome. Dois anos de dor e sofrimento. Este fatídico evento deixou sequelas severas até nos mais nobres moradores locais. Finalmente, como se fosse a partir de um
feitiço
lançado sobre as terras Lumbridgeanas, este terrível período se findou. Sob a forte chuva que regava as plantações, o povo dançava comemorando o término daquele que fora o pior momento da vida de muitos.

Todos festejavam muito a cada colheita realizada, não havia mais segregação social, não havia mais o sentimento de ódio que sempre pairou por ali, não havia mais fome. Novas
aventuras
poderiam ser iniciadas, novas relações eram feitas, tudo era motivo para celebrações. Sob as bênçãos do Rei Roald, Duque Horácio prometeu uma grande Ceia de Natal ao povo de Lumbridge, para que de uma vez por todas sacramentasse o fim daquele período de solo infértil que pereceu as famílias que ali moravam.

Quando raiou o dia 24 de Dezembro daquele ano, não se falava em outra coisa a não ser sobre A Grande Ceia. Todos, dos mais novos aos mais velhos, demonstravam gigante empolgação para aquele que seria o maior banquete do Castelo de Lumbridge, que poderia não ser gigante, mas naquele momento era o maior castelo que existiu. Ao anoitecer, os moradores se deslocavam para o castelo, de longe era possível avistar a fumaça que saía da
chaminé
da grande lareira que aquecera todos naquela noite.

Como havia sido um ano próspero, foi possível ocorrer a tão esperada troca de
presentes
que colocou um sorriso até no rosto do mais ranzinza morador. Após isso, todos se reuniram na enorme mesa, que estava farta de comes e bebes, para comemorar não só esta data que é tão especial, mas para celebrar a união, o trabalho em equipe e a perseverança de todos.

04-dez-2020 03:37:24 - Última edição 06-dez-2020 01:37:16 por iMoraes

Khallazzar
mai Membro 2012

Khallazzar

Postagens: 1.716Mithril Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
A QUIMERA DE NATAL

Era uma epóca fria, no reino de Guilenor. O final do ano havia chegado, trazendo de brinde suas festas. Várias famílias ao redor de suas chaminés reunidas para celebrar e agradecer por mais um ano prestes a acabar.

Mas nem toda família celebra da mesma forma. Um grande líder da Aldeia de Tai Bwo Wannai, localizada no coração de Karamja, planejava reunir em volta da fogueira com seus 3 amados filhos e dar-lhes um presente. O mais velho aspirava ser um exímio caçador, por isso o pai talhou e forjou uma forte lança. O do meio sonhava em se tornar um chefe de gastronomia com os pratos mais in*sitados do mundo, por isso o pai extraiu a melhor lenha e a mais resistente argila para construir-lhe um fogão tão grande quanto uma fornalha. O caçula, imaginava-se como o melhor pescador de Karamja e seu pai o fez a vara de pesca da madeira mais resistente que conhecia. O pai estava feliz pois foi uma verdadeira aventura *azer tais presentes e ele ansiava para entregá-los.

Na noite de festa; após conversar, comer e celebrar com seus filhos, o pai pede para que eles o acompanhem até um antigo altar localizado num local remoto da ilha, onde deixara os presentes para surpreender seus filhos. Próximo do altar, a infeliz surpresa: Selgros haviam feito daquele local seu ninho e após muita luta o pai notou que era o único sobrevivente, seus filhos foram dilacerados.

O pai em luto resolve honrar os filhos, mas como o local do altar era distante, haviam poucos recursos. O pai só conseguiu construir com a lenha e cipó, apenas um caixão. O pai então coloca seus 3 filhos costurados no caixão e os enterra ali.

O pai então lembra-se de um antigo feitiço que podia trazer de volta à vida seres amados, feitiço este ensinado por um xamã de uma tribo vizinha ao sul, e ele o faz em frente ao altar. Após o ritual o pai retorna a aldeia em luto e durante a noite enquanto revirava-se em sua cama, houve uma batida na porta.
Ontem eu sofria, hoje sou cria.

The Outlander

04-dez-2020 19:40:31 - Última edição 04-dez-2020 19:41:25 por Khallazzar

miltin
out Membro 2020

miltin

Postagens: 2Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
Gielinor, 24 de Invernubro de 1994.

Era uma noite fria, mais do que o normal. Resolvi abrir um presente escondido, que mal faria, né?
Foi então que eu entendi, esse frio era incomum. Algo estava errado, como poderia eu, um deus, sentir frio? Só poderia ser mais uma piada infame de Sliske, um feitiço, talvez?
Resolvi procurar pelo maldito, sem sucesso. Até na chaminé eu procurei, e para a minha surpresa não o encontrei. Amedrontado, chamei pela minha tia - "tia Seren, o Sliske tá aprontando de novo!" e ela, doce e cristalina, respondeu rindo - "Zammy, esse é o jeitinho dele, você não gosta de uma aventura?". Mas eu não parei ali. Fugi de casa, procurei de reino em reino pelo desgraçado, e não o encontrava de jeito algum. Encontrei até um cara esquisito com roupas vermelhas, apesar de ter uma bela barba branca. Perguntei se ele havia visto Sliske, e ele só dizia "
Buying gf
". Não sei dizer o que significa, talvez algum encanto antigo. Então eu saí repetindo suas palavras por toda Gielinor. Nunca encontrei o infeliz, mas aparentemente ganhei seguidores fiéis por todos os mundos que frequentei.
Brasileiro, nostálgico e ferreiro reconhecido nas terras de Gielinor.

07-dez-2020 14:12:21

Oceano II
nov Membro 2019

Oceano II

Postagens: 36Bronze Postagens Perfil no Fórum Diário de Aventuras
Já fazia frio naquela altura do ano.
Ao norte via-se a sempre gelada montanha aumentar o seu manto branco até quase aos telhados de fronteiriça.
Não era comum passarem-se invernos tão frios na Aldeia Bárbara**** vestimentas tradicionais, vestes curtas, enaltecedoras dos corpos guerreiros dos seus habitantes, não protegiam do frio. Tomara terem aprendido com os seus irmãos do Noroeste, de Relleka, eles usavam peles de urso para se proteger das temperaturas extremas.
Orvak, um jovem Bárbaro prod*gio foi chamado à Cabana do chefe. A ele foi-lhe incubida a tarefa de viajar até à província Fremenik para comprar roupas de pele de urso, para que a Aldeia pudesse agu**tar o inverno. E Lá foi ele, ***rada fora***** a sua burra de carga, a Zirinha.
A Caminhada era longa. A ***rada sinuosa, fê-lo alcançar nos primeiros dias a cidade de Faladore. Prosseguiu e passado uma semana conseguiu alcançar o seu primeiro grande obstáculo.
O que seria normalmente uma fácil e simples travessia, era, neste inverno impetuoso, uma tarefa digna de V!
Atravessar * pico do lobo branco, para chegar a Catherby.
A subida inicial foi simples, a Zirinha, valente, ia atrás de Orvak a zurrar de alegria. Deram então com uma entrada de uma caverna. Atravessaram-na e tudo ficou escuro.
Estava demasiado frio para acender as tochas que levava consigo, então o bárbaro agarrou-se bem à sua burra * juntos caminharam através do breu.
Uma luz, no fundo, incidiu sobre os olhos do viajante. Zirinha zurrou vitoriosa... Mas durou pouco tempo...
Atrás deles, um rosnar canino fez-se ouvir, Orvak, virando-se rápido, viu de relance 5 pares de olhos ameaçadores a brilhar no escuro da caverna.
Montando na Zirinha, Galoparam em direção à luz o mais rápido que conseguiam. Os Lobos, atrás deles, tentavam abocanhar as patas da burra enquanto corriam, para a fazer cair. Zirinha, sem meias medidas, começou a distribuir coiçadas aos lobos, parando de correr a poucos metros da saída da caverna...
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VVV
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OCEANO II
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Dono:
Purgatório
|
PMod
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11-dez-2020 15:56:53

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